REALIDADE – Uma mera ilusão – parte 1

Ciência e Tecnologia Além da Ciência

Realidade: uma mera ilusão – Parte 1

 Por às 15:00

Fonte : http://www.epochtimes.com.br/realidade-mera-ilusao-parte-1/#.U0q4acfVRcQ

Se nossos corpos fossem colocados sob um poderoso microscópio, a cena provavelmente seria a de um mar de grãos de areia em movimento contínuo (Photos.com)Se nossos corpos fossem colocados sob um poderoso microscópio, a cena provavelmente seria a de um mar de grãos de areia em movimento contínuo (Photos.com)

Toda ação e matéria que se desenvolveu no universo estão em conformidade com o que nós conhecemos como realidade. A ideia de que o nosso universo passa como um sonho de gigante, ou como produto de um programa de realidade virtual altamente complexo, que mais se assemelha a um engenhoso roteiro de ficção científica do que ao nosso mundo rude e imperfeito em que vivemos todos os dias.

No entanto, a realidade como a percebemos parece ser o contrário da lógica científica se tivermos em mente que a matéria mal existe. Os blocos de construção da matéria visível são átomos, os quais são meramente pequenos núcleos perdidos no meio de um grande vazio espacial, cercados de partículas quase invisíveis (elétrons) que giram ao redor deles a uma velocidade incrível. Se nossos corpos fossem colocados sob um poderoso microscópio, a cena provavelmente seria de um mar de grãos de areia em movimento contínuo.

Segundo pesquisas recentes no campo da física quântica, tudo o que conhecemos como matéria, o sólido cimento do qual nossa realidade parece estar composta, pode ser nada mais do que flutuações quânticas no meio de um universo vazio.

Um grupo de cientistas liderados pelo Dr. Stephen Durr do Instituto John Von Neumann na Alemanha confirmou que a soma das três partículas subatômicas que formam os prótons e nêutrons (chamados quarks) mal representam 1 por cento da sua massa total.

Tal evidência sugere que o resto da massa nuclear seria constituído por gluons, partículas efêmeras que borbulham no meio do vazio, cuja função é manter a unidade entre o trio de quarks dentro dos prótons e nêutrons. Esse fato sugere a hipótese de que a nossa realidade tangível seja meramente uma flutuação do vazio ou puramente nada.

A outra verdade

O que nós vemos com nossos olhos físicos é enormemente reduzido a um alcance conveniente. Possuindo um par de olhos que pudesse ver apenas partículas microscópicas tornaria impossível nos movermos em um mundo com objetos tão grandes, uma vez que os objetos com os quais geralmente interagimos são compostos por bilhões e bilhões de partículas microscópicas.

Segundo o biólogo Richard Dawkins, as rochas parecem duras e impenetráveis às nossas mãos porque elas não podem penetrar uma as outras. Para nós, é útil termos noções de dureza e solidez, uma vez que isto nos ajuda a navegar em nosso mundo.

Navegando em uma realidade ilusória, nós temos que aceitar que em algum lugar no universo, outra realidade pode ser encontrada. Poderia ser um gigante sonolento, uma bolha maluca, ou Deus, se preferir.

Uma vez que a realidade das partículas não pode ser mais do que fumaça e sombras, pode ser que a real existência de todos os objetos no cosmos resida em um ou mais espaços paralelos. Muitos cientistas especulam que, assim como um objeto tridimensional pode projetar uma sombra bidimensional no chão, um universo multidimensional (como no caso da Teoria das Cordas) poderia gerar uma sombra no espaço tridimensional.

Se a teoria estiver correta, cada objeto e organismo neste mundo não seria mais do que uma representação rudimentar de objetos e organismos em um universo mais “real”. Coincidindo com essa teoria, a existência de uma mente extracorpórea em outra dimensão pode ser a explicação ideal do porquê nós temos memória, uma vez que os átomos no nosso cérebro são substituídos centenas de vezes ao longo do curso de nossas vidas. De acordo com Steve Grand, autor do livro “Creation: Life and How to Make It”, nenhum dos átomos que compõem nossos corpos hoje estiveram nele durante um evento de nossa infância que nos lembremos.

Grand sugere que a matéria se move de um lugar a outro e se reúne momentaneamente para que você possa ser você. Por esse motivo, você não é a matéria da qual é feito. Isto implicaria na questão de que nossos corpos reais estariam em um espaço no qual nós não podemos compreender, enquanto um corpo virtual, um mero contêiner, seria o que está no que chamamos de realidade.

São frequências. Simplesmente frequências.

São frequências.

Simplesmente frequências.

por Karla Kinhirin em 15/01/2012
|Reconnective Healing® |The Reconnection® | Level III Certified Practitioner

Frequências contém energias, mas não são energia. São frequências.

Frequências são compostas de Luz, Energia e Informação. Este são os três elementos que as compõe e estão contidos nas frequências.

Energias são pequenas partes dentro das frequências, assim como a Luz e a Informação e quando entramos no âmbito das frequências todas as energias de cura conhecidas até agora, seriam como se olhássemos através de uma luneta, uma lente, que permita focalizar apenas um ponto dentro da totalidade destas frequências.

Estes pontos são as energias de cura que tivemos disponíveis até agora. E todas são estes pontos.

Não há nada de errado, de mais ou de menos com estes pontos, porém agora está disponível para o planeta, e para nós, o acesso a um amplo espectro de frequências. A liberdade para tirar o foco de um ponto, e olhar o todo, sem perder o ponto. Como num holograma. É simplesmente que, quando acessamos, sintonizamos, estas frequências, fica muito difícil encontrar apenas um ponto de energia específica dentro dela. E na verdade, não queremos nem precisamos.

A energia nós enviamos, mandamos, remetemos a alguém, ou recebemos de algo ou alguém, e ao ‘usar’ nossa ‘carga’ é afetada, defasada, influenciada pelas energias, sejam da cura, ou da outra pessoa ou mesmo a nossa. A energia pode ser perdida, modificada, alterada, e ao se afastar da fonte da energia esta se dissipa e se perde, por exemplo, o fogo é uma energia se estamos próximos a uma fogueira sentimos seu calor, mas ao nos afastar, perde este calor. Assim acontece com as energias de cura disponíveis até então.

As frequências simplesmente acessamos, sintonizamos e sentimos, não enviamos, não mandamos, não interferimos, apenas sentir, e permitir que realize o que é preciso, onde é preciso, sem pensar, sem julgar, sem enviar nada. É um deixar ir…

Não há perda ou enfraquecimento com o fato de afastar da Fonte que a emite, pois não se pode ‘sair’ dela. Uma vez que reconhece, que encontra, que acessa, ou sintoniza, para sempre estará ali. Agindo onde é preciso, ajustando, calibrando a Luz e Informação e inclusive a energia.

Só isso, simples assim?

É por isso que parece complicado.

Estas frequências não pertencem a ninguém, não são uma ‘tecnica’ nem mesmo a um ‘sistema’ de cura, como Reiki, Huna, Ho’ponopono, magnific healing, johrei, mahikari, … e aqui pode ser incluído qualquer outro que possamos lembrar e que sempre estiveram disponíveis por milhares de anos, e ainda estão. Estas frequências não pertencem a ninguém, e nem mesmo ao Eric, e ele sabe disso, estão além dele, e ele tem consciência da Plenitude que é, e qual é sua missão neste Tempo em relação a estas frequências, manter a ética e integridade do que lhe foi ‘tutelado’, como ele mesmo diz, ele é uma “porta por onde estar frequências são repassadas para nós”, ele não é mestre ou guru, apenas uma porta, uma passagem…

Não é um ‘dom’ do Eric Pearl,  ou ainda de quem quer que a tenha aprendido num seminário, ou que tenha se tornado um professor da equipe da The reconnection, este é um ‘dom’ deste Tempo. Deste momento em que vivemos agora.

Quanto mais rápido entendemos isso e permitimos a ação das frequências sem querer interferir, mais se amplia e amplifica o sinal, e nossa capacidade de receber ‘download’ direto da Fonte, e de transportar com menor ‘ruído’, menor interferência possível e com maior clareza e sintonia.

A clareza e simplicidade está em que são frequências livres que e estão disponíveis gratuitamente para quem queira acessar, e de fato estão atuando em cada um nós a todo momento, mesmo sem que tenhamos consciência intelectual ou racional de sua ação, e ter acesso a este material sobre a Reconexão pode mover imediatamente fibras internas em cada ser, e isso  só ocorre por ressonância. Quando é para a pessoa ela é encontrada pela ressonância destas frequências,e, enquando não for para tomar parte da experiência na vida de alguém, simplesmente não acontecerá.

As frequências encontram que precisa passar pela experiência da Reconexão e a encaminha, através de sinais que conhecemos como sincronicidades, para o profissional que por ressonância, possa facilitar a experiência da sessão.

Novamente, simples assim.

Porém, para ter uma experiência pessoal com estas frequências em uma sessão de Cura Reconectiva, ou na Reconexão, é preciso um profissional treinado a acessar com facilidade estas frequências e permitir ser como um conduto, acessar é simples, mas a experiência só pode ser facilitada por um profissional treinado é isso as vezes, para algumas pessoas, é difícil de entender. Pois ainda está além da capacidade de compreensão atual.

Como disse Albert Einstein ….. “A mente que se abre a uma nova idéia jamais voltará ao seu tamanho original.”  quando a mente se amplia, amplifica sua frequência para uma ‘banda mais larga’, para um novo entendimento, não cabe mais no espaço anterior”

A Reconexão é uma experiência que geralmente tem um impacto profundo imediato, o que torna quase impossível para a mente habituada a formulações e explicações, ou mesmo cética, conseguir explicar ou ‘medir’ o que testemunhou durante sua sessão, para cada pessoa é diferente, e cada sessão é diferente, mas o que é muito comum após uma sessão para todas as pessoas, ou a grande maioria delas, é uma dificuldade em relatar o que experimentou. Talvez porque ainda não exista sintaxe cognitiva que a alcance explicar, mas a experiência é sempre reveladora.

Imagine que vc nunca viu nem mergulhou no mar, é possível dizer muitas coisas sobre a fruição de um mergulho, porém só quando você mergulhar isto poderá lhe fazer algum sentido, o SEU sentido, pois sempre será diferente cada vez que você mergulhar, e sempre será diferente do que eu falar sobre a sensação de mergulhar, e sempre será diferente para cada pessoa que mergulhar.

Vivemos num ‘mar de frequências’ das quais temos conhecimento de algumas, e frequências podem ser criadas pelo ser humano, mas também existem as que não foram criadas pelo ser humano. Conhecemos uma pequena banda no espectro das frequências, da luz visível (infravermelho ao ultravioleta) e do som audível (infrasom ao ultrasom) e outras que estão disponíveis, como de rádio, tv, telefones celulares, entre outras… e não precisamos ver ou tocar para saber que existem. Você pode apalpar a Luz? ou o Som?

Talvez simplifique se observamos que somos como “decodificadores de frequências”, entender nosso corpo/organismo como é, um grande aparelho decodificador, por exemplo, os olhos interpretam sinais de frequências de luz que o cérebro interpreta como imagens. Os ouvidos interpretam sinais de frequências de som que o cérebro interpreta como palavras… só pra citar dois destes decodificadores em nosso organismo.

Está fora dos parâmetros que fomos ‘treinados’. Diferente de tudo o que conhecemos, e se nos detemos a observar com mais amplitude, este literamente é o fim do mundo como conhecíamos,  trazendo em seu ventre um novo, totalmente inexplorado e desconhecido mundo. Isso explica porque tantas pessoas tem medo do “fim do mundo”, na verdade é medo do desconhecido, que já está aqui no Planeta.

Um (parênteses) aqui é importante, com este entendimento de frequências e sistemas ressonantes há a compreensão inata de que o medo e o amor são frequências, e não sentimentos, e demonstra-se a realidade da incompatibilidade entre um e outro.

Ou estamos numa frequências amorosa que tem sua velocidade de vibração de frequências de Luz e Informação, curta e rápida e por isso toca em mais ‘pontos ‘ dentro do DNA, iluminando, ‘reconectando as fitas’; ou estamos em uma frequência de medo que tem vibração longa e lenta tocando assim menos partes dentro do DNA, causando assim os sintomas de desequilíbrio hoje conhecidos como doenças, simplesmente por que não ‘toca’  e não alcança reconectar as fitas do DNA.

Medo e Amor são frequências opostas e incompatíveis. Tão impossível de coexistirem quanto é impossível ligar um mesmo ‘rádio’ ou ‘ decodificador de frequências’ numa estação AM ou FM ao mesmo tempo.

O efeito mais impressionante após a Reconexão geralmente só é alcançado algum tempo depois de viver sua própria experiência. Para algumas pessoas, horas, dias, para outras semanas ou meses, porém é após 6 meses a um ano que se torna impossível olhar para trás na linha da história da nossa vida e não enxergar claramente, com impressionante nitidez, esta mudança. É como se aos poucos, e dependendo da capacidade de cada um em ‘compreender com o intelecto’ quando necessita desta compreensão, o quadro geral do quebra cabeças se forma, e a partir dessa ressonância estabelecida, literalmente a Luz e Informação chega, ‘baixa’ em pacotes de ‘download’ de maneira completa e o sistema passa a funcionar com a perfeição que lhe é inerente.

Neste momento abandonamos o ‘modo de sobrevivência’ e passamos ao ‘modo inato’, que tem acesso direto ao que até então chamamos “eu superior” ligado diretamente a Fonte (ou os ‘nomes’ que lhe convier, pois não é essa a questão)

Ao Eric coube a missão de ser a ‘chave’, a ‘senha’ de acesso a estas frequências de Luz e Informação para este momento no planeta, coube a ele ‘desmistificar’ os processos, as técnicas, mas a Reconexão é mais que ele, e ele sabe disso, ele aceitou essa missão de ser um transdutor, um transmissor, mas não em se tornar a Fonte, e para isso, como ele mesmo conta, a parte mais difícil e necessária foi ‘abrir mão’ do ‘controle do ego’, da ‘matriz de sobrevivência’, da ‘matriz de controle’, da necessidade de proteção ou  desejo de criar um ritual, uma técnica e tomar o lugar da Fonte. É por isso, e para que essa integridade seja mantida, que ele assumiu sua missão e cuida de ensinar pessoalmente em suas mais de 40 turnes anuais em mais de 60 países no mundo, auxiliado por uma equipe de profissionais de todo o mundo que o acompanha e forma a equipe de aproximadamente 250 professores da TheReconnection Team, e que o ajudam a ensinar outras milhares de pessoas ao redor do mundo, hoje mais de 70 mil pessoas estiveram presentes nos seminários.

O que ele faz, além de ensinar a Cura Reconectiva e a Reconexão nestes seminários, é muito mais ensinar a simplicidade destas frequências, que não são uma técnica, ou um sistema, ensinar, mais que tudo, a abandonar o ego, a desapegar das técnicas, é sobre a libertação da necessidade interferências, sejam estas rituais, equipamentos, crenças … que estiveram impregnando as energias de cura até agora, banhando-as no imenso mar das frequências, onde os ‘pontos’ integram o Todo, a FONTE DE TUDO O QUE É.

Por isso fica essa impressão de ‘loucura’ para quem ainda não teve a experiência e uma incrível sensação de extasiante ‘loucura controlada’ para quem já teve sua experiência, ou esteve presente em um seminário.

Parafraseando Angela Monet, “os que dançam são considerados insanos pelos que não ouviam a música”.

A música toca, mesmo quando não ouvimos. E quando ouvimos podemos tocá-la, e dançar com ela.

Quando olhamos o oceano não conseguimos identificar as gotas. Mas ainda estão ali.

Quando olhamos só para as gotas, ainda que possamos ver em cada gota uma parte do oceano, ignoramos a existência do oceano.

Ou ainda como diz o Eric:

“Sim! Qualquer pessoa pode fazer isto, mas os olhos permanecem cegos. Só alguns têm a coragem de abrir os olhos… E com frequência, aqueles que o fazem ficam cegos com aquilo que vêem.”

Karla Kinhirin
|Reconnective Healing®|The Reconnection®|Level III Certified Practitioner
 www.karlakinhirin.com|
Para informação adicional, visite : http://www.TheReconnection.com
Reconexão, a experiência que está Evolucionando o mundo!

Karla Kinhirin é Profissional oficial credenciada e registrada The Reconnection®, LLC.

 Seminários I, II e III – 19 a 23 de novembro de 2010 com Dr. Eric Pearl, Pat Atanas e The Reconnection Team.

 Programa de Certificação Profissional Nível III – 14 de dezembro de 2011 com Allou Guthmiller, The Reconnection LLC.

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